Quero esclarecer duas coisas.
1 – Não sou especialista em línguas indígenas ou em qualquer outra língua desse Universo.
2 – Não posso traduzir palavra nenhuma em qualquer idioma que eu tenha indicado no Dicunforça.
Obrigado pela compreensão.
O País Basco, apesar de não ser independente e cercado por dois grandes e “sólidos” países com forte estrutura linguística, tem como idioma o Euskara que se levanta como bravo atol neste vasto oceano latino, sobrevivendo e lutando por manter sua características de língua diferente e diferenciada.
O Euskera não possui nenhuma relação com seus vizinhos, totalmente isolado e é a única língua não indoeuropéia da Europa Ocidental. Por ser tão diferente e mistriosa até dizem que era o idioma falado antes da confusão de línguas em Babel, que era o idioma falado em toda a Europa entre o paleolítico e o neolítico e que é meio aparentada com o idioma falado na Georgia (Wikipédia).
O euskera é um idioma muito interessante e vale a pena conhecê-lo mesmo que seja por curiosidade.
Uns poucos links para entender e possivelmente (com muito esforço) aprender um pouco de Euskera:
A nova estação de trem da Porta de Sol do centro de Madrid em contraste com a antiga Casa de Correios, que serve de Centro Administrativo do Governo Regional.
Até que enfim!
Depois de tantos meses esperando, o álbum com as 4300 fotos de Gerda Taro, Robert Capa e David Seymour, começou a ser revelado e já temos alguns negativos online.

Ainda são poucas mas já se pode ver o trabalho que os três tiveram durante a guerra.

Taro - Navacerrada, Segóvia - Maio ou junho de 1937

Chim - Amorebieta, País Basco - Fevereiro de 1937
Para quem não sabia, uma maleta foi encontrada no início do ano passado no México contendo um rico acervo com mais de 4000 fotos inéditas de 3 dos principais fotógrafos correspondentes de guerra nos anos 30. Mais info aqui.
As fotos foram feitas entre maio de 1936 e março de 1939 quando os três fotógrafos acompanhavam a milícia republicana em várias cidades espanholas.

Capa - Rio Segre, Aragón - 7 de novembro de 1938

Capa - Batalha de Teruel - Dezembro de 1937
Apesar da grande notícia, ainda estou esperando por um milagre de que alguem consiga revelar as fotos perdidas de Capa durante o Dia D na invasão na Normandia. Algum santo se prontifica?
Já trouxe aqui algumas fotos coloridas tiradas durante a Segunda Guerra Mundial. As fotos são do fotógrafo Alfred Palmer utilizando o sistema 4×5 Kodachrome e são de uma qualidade incrível e, como observou meu amigo Luiz Lailo, uma nitidez que espanta. Mas na verdade as fotos não foram tiradas na Europa (admito minha culpa em não pesquisar no dia em que fiz o post, era domingo e já estava meio dormido). Foram feitas em vários pontos dos Estados Unidos, possivelmente para dar apoio aos soldados na linha de frente.
Mas também existem fotos coloridas desse período do lado do Eixo. Rússia e Alemanha também fizeram seus álbuns para a posteridade, são de menos qualidade que as americanas mas refletem a necessidade de registrar seus guerreiros com uma atitude positiva aos compatriotas mas ao mesmo tempo beligerante aos inimigos. Aqui temos algumas das fotos russas.



Muitas mais no English Russia
Quando migrei para este país, não possuía uma gota de conhecimento do espanhol, o idioma local. Os conhecidos e tão repetidos “buenas noches”, “gracias” e “la garantía soy yo” aprendidos em tom de brincadeira durante a minha infância, nos primeiros (segundos, terceiros, quartos e…) dias, não emergiam naturalmente. Muitas vezes utilizei um sorriso bobo na cara como resposta para quase todas as perguntas e o incrível é que quase todo mundo entendia o que eu queria dizer com aquele sorriso “Sei o que responder mas não no seu idioma” e logo me perguntavam ¿De dónde eres? . Um dos recursos preferidos para diminuir a dor de não ser compreendido era a utilização das mãos (uma espécie de linguagem de sinais não homologada) no melhor estilo analfabetismo mímico.
Sabendo que passaria por isso trouxe uma gramática de bolso e aqui ganhei um dicionário. Essa dupla me ajudou muito nos momentos de falta do que ler e principalmente na falta do que falar e também nos meus primeiros passos no aprendizado desse novo idioma. Infelizmente essa é uma preocupação de poucos. Fora os que já chegaram aqui sabendo o castelhano (ou espanhol, não existe a mítica diferença na denominação do idioma peninsular e o americano) o imigrante brasileiro dificilmente aprende (não como minha amiga Smyle que aprendeu sueco e inglês de uma paulada só) o uso correto da língua local. No meu caso, aprendi pouco e depois desaprendi muito mas pelo menos tenho consciência disso, diferente de muitos que não admitem os seus erros e muito menos que sejam corrigidos, infelizmente.
Minha experiência aqui relatada é só para mostrar que aprender o espanhol não é tão difícil, talvez o falso sentido de proximidade despiste um pouco o incauto aprendiz mas não é bicho de outro mundo. Como sempre, paciência e determinação ajudam muito.
Se eu tivesse como acessar esses sites antes, quando estava aprendendo, eu bem que poderia ter passado por esses mesmos problemas mas teria me saído melhor, acho eu.
El Castellano – Tudo sobre o castellano, dicionários, gramáticas, rádios…

Real Academia Espanhola – Fundada em 1713 com um propósito de fixar os vocábulos do idioma espanhol na sua maior propriedade, elegância e pureza. O site possui como recursos dois dicionários, o de Palavras e de Dúvidas.


Instituto Cervantes – O Instituto Cervantes é um dos mais completos centros de apoio, divulgação e ensino do idioma espanhol. Com centros espalhados em todo o mundo promove o uso do espanhol como um produto de alta necessidade para o mercado de trabalho. Possui vários centros espalhados pelo mundo, sendo oito no Brasil. Um dos melhores recursos é a Cervantes TV com programas emitidos em um castelhano standard para uma melhor compreensão deste idioma. Um outra ferramenta muito interessante para quem já estuda o espanhol é a prova de nível, onde se é avaliado para que se saiba por qual curso do Instituto Cervantes começar.

Bem, agora já não existe desculpa! Aprenda!
Acabei de ver no Lifehacker.com, Hotmail e Live.com já trabalham com acesso POP3, haviam liberado mês passado só para os EUA mas agora é para todos.
As configurações são:
POP server: pop3.live.com (Port 995)
POP SSL? Sim
Nome de usuário: Live ID, por exemplo seunome@hotmail.com ou @live.com
Senha: Sua senha
servidor SMTP: smtp.live.com (Port 25)
Autenticação? Sim (Isso diz Lifehacker mas eu não precisei marcar essa opção)
TLS/SSL? Sim
Sim, estou perdido. Ficarei sem conexão por uns dias, ou seja, como se estivesse na ilha de Lost mas sem os problemas de viagem no tempo.
Volto em uns dias.


