Lendo uma edição especial da revista National Geographic (edición española), descobri que há cada duas semanas um idioma de extingue, ou seja, imagine que dentro de um período de 15 dias, o último falante de um determinado idioma ou dialeto morre, muitas vezes sem deixar um registro geral das palavras ou fonemas utilizados, e mais difícil ainda de uma gramática ou um dicionário completo deste idioma. E em 2100, 7.000 idiomas já falados na terra, terão desaparecido definitivamente, junto com uma raça e uma cultura, com sua história e sua sabedoria.
Idiomas como o Taushiro e Uru na América Central, Pazeh nas Filipinas, por exemplo, possuem apenas um falante, quem sabe neste momento, um desses indivíduos já tenha falecido e esse idioma, tenha passado ao céu dos idiomas, onde muitos outros farão companhia a este, que nunca voltará a ser falado e ouvido neste planeta.
O projeto Enduring Voices da National Geographic Society, tenta catalogar e salvar esses idiomas.
No Brasil, os idiomas indígenas também sofrem sua ameaça, o Anambé, Arikapú, Jabutí, Juma, Katawixí, Oro Win, Siriano, Wayampi, Oiapoque e Xetá, possuem menos de 10 falantes. O Katukina possuía 1 indivíduo, registrado em 1976. E a lista de já extintas chega a ser desoladora.
Preocupemo-nos com os animais e com os humanos em via de extinção. Se o mico-leão-dourado foi salvo das garras deste tenebroso inimigo, mais valeria a salvação desses humanos que valem muito mais que o ouro.


Gostar disso:
Seja o primeiro a gostar disso post.
mas o ”du balsses” não morre nunca!
http://geralcomum.wordpress.com/ tenho um agora tambem!
tambem estarei nessas areas!
rapaz…to doido pra comprar a d40x agora…fui na hollandexport.com.br mas sai mais caro pois paga os devidos impostos quando chega aqui, sabe me dizer como eu faço a melhor compra?
dexa eu falar de novo..
ó…tô indo ai ano que vem, morre não viu?!
vamos trocar um leriado e tirar fotos!
flw
acho que provalvemente em agosto…
e tu vem por aqui quando?
…e a camera, como vai ser?