Bem, nunca falei nada sobre isso, gosto de acompanhar o campeonato de Fórmula 1. Esse ano consegui, mesmo sem ter uma TV (a caixa com tubo de raios catódicos propriamente dita) assistir todas classificações e GPs (menos duas largadas). É que vejo diretamente no computador através de um Sintonizador de TV Digital da Hauppauge! (não quero dar ênfase ao texto, a exclamação é da marca), que comprei quase de graça em um supermercado perto de casa.
Além de ver na “TV” acompanho pelo Live Timing no site oficial da Fórmula 1, desde os treinos livres na sexta-feira (quando estou em casa, claro), a classificação no sábado e durante toda a corrida. É interessante ver como os dados se atualizam muito antes da televisão, além dos gráficos do desempenho dos pilotos durante a corrida (volta rápida, tempo por setor, tempo de volta por piloto, entrada nos boxes…), existem gráficos sobre o tempo no circuito (temperatura, humidade, pressão do ar, direção do vento…) e um gráfico que mostra a evolução (ou “involução”) de cada piloto. Também possui um micro-blog que narra os treinos, classificações e corridas, ao lado dos gráficos.
Para utilizar o Live Timing é necessário um cadastro e ter o ‘Java Runtime Environment’ (JRE) e o ‘Java Virtual Machine’ (JVM) instalados. Tive alguns problemas com esses dois durante o GP de Spa-Francorchamps, tive que desinstalar todas as atualizações e o JVM e reinstalar tudo de novo e consegui rodar o Live Timing perfeitamente (hoje já vi que estou com problemas novamente).
O Crisdias me presenteou um texto (não pra mim mas para quem curte tudo isso e me incluo, não me fazendo de íntimo do cara) supimpa que fala sobre a onda de posts no Twitter acompanhando no Summize, sobre a fórmula 1 ou qualquer outro evento ao vivo.
Depois de passado o domingo, vencidos e vencedores proclamados, busco infomação com o F1 Around. E morro de rir com os comentários nacionalistas-perfeitualistas-alonsistas no as.com (não “linko” o site porque tenho nojo do ultranacionalismo proclamado e a falta de objetividade, depois eu falo sobre isso), onde já existem os “alonsistas” que são aqueles que dizem que, preparem-se, Fernando Alonso é o maior piloto de todos os tempos e os, segundo os próprios alonsistas também, “anti-alonsistas”, que são aqueles que não vêem tudo isso que os outros contam. Eu divido da seguinte forma os “alonsistas” são aqueles que acompanham e amam a Fernando Alonso e os “anti-alonsistas” são os aqueles que acompanham e amam a Fórmula 1. Me admirarei se dentro de uns anos não fundam uma igreja Alonsoniana.
Ano que vem, quem emitirá o Campeonato de F1 será a LaSexta (sobre ela falarei outro dia), substituindo a Telecinco. Espero que encontrem um narrador e comentaristas decentes para esse trabalho, já que o único que entende alguma coisa de F1 é o Pedro de La Rosa e como nem sempre ele aparece…
Antes de terminar, gostaria de lembra que o próximo GP (16/09) é o de Cingapura, novinho em folha e, para quem ainda não está informado, será o primeiro GP noturno da história.




